Percepção do risco ocupacional entre trabalhadores da atenção primária à saúde

Marielle Sousa Vilela, Regiane Barreto, Cyanéa Gebrim, Ludimila Silva, Karina Suzuki, Maria Alves Barbosa, Marinésia Aparecida Prado

Resumo


O objetivo do estudo foi analisar a percepção do risco ocupacional em trabalhadores da atenção primária à saúde. Estudo qualitativo descritivo com 43 trabalhadores de unidades de atenção primária à saúde de um município do centro oeste do Brasil, em 2014. Participaram enfermeiros, cirurgiões dentistas, técnicos em enfermagem, auxiliares administrativos, auxiliares de serviços gerais, técnicos em saúde bucal e médicos. Emergiram 68 incidentes críticos, 35,4% positivos e 64,6% negativos. Cirurgiões dentistas, técnicos em enfermagem e auxiliares administrativos relataram maior número de incidentes críticos. Duas categorias foram extraídas dos incidentes críticos negativos e positivos, respectivamente: Acidente favorável e Segurança ocupacional; e Insegurança ocupacional e Repercussões emocionais. Os trabalhadores atuantes na atenção primária não reconhecem o ambiente laboral como preditor para a exposição a material biológico. O estudo aponta para necessidade de sensibilização dos trabalhadores para a adoção de práticas seguras na ambiência laboral.

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