Da Crítica da Supervisão à Interação entre Pares

Susana Oliveira Sá, Maria Costa e Silva

Resumo


Em Portugal, a aposta na formação de professores e, mais especificamente, a supervisão pedagógica enquanto processo de desenvolvimento pessoal e profissional são, no quadro da política educativa, de grande pertinência. Assim, a prática de supervisão pedagógica em contexto de sala de aula deverá estar generalizada nas escolas, como estratégia de desenvolvimento profissional e de suporte à reflexão sobre práticas didáticas. A questão é se os objetivos de melhorar o ensino, a aprendizagem e a qualidade da própria organização escolar implicam necessária e exclusivamente o recurso a procedimentos de supervisão. Defendemos que não. Defendemos a interação entre pares, da qual resulta uma partilha de saberes, sem hierarquias, e uma colaboração de esforços centrados na melhoria da prática letiva e no sucesso educativo dos alunos. Esta contextualização serviu de mote para uma ação de formação, da qual resultou a produção de uma grelha para apoio ao trabalho de interação entre pares.

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