Vivenciando um tempo presente: “nunca imaginas que isso vai acontecer”

Viviane Marten Milbrath, Maria da Graça Corso da Motta, Ruth Irmgard Bärtschi Gabatz, Vera Lúcia Freitag

Resumo


Objetivo: compreender como as famílias vivenciaram a facticidade existencial de ter um filho com paralisia cerebral. Metodologia: pesquisa qualitativa, com abordagem fenomenológica – hermenêutica, realizado no sul do Brasil, de outubro de 2011 a junho 2012. Participaram do estudo onze mães de crianças e adolescentes com paralisia cerebral. Utilizou-se a entrevista fenomenológica, a observação participante e o diário de campo para a coleta das informações, interpretadas por meio da abordagem hermenêutica. Resultados: foi possível compreender o vivido por essas famílias ao depararem-se com um presente diferente de seus projetos de futuro, vivenciando a facticidade existencial de ter um filho com paralisia cerebral. Considerações: com o nascimento do filho as mães vivenciam um redimensionamento no seu modo de ser-no-mundo para conseguirem se adaptar à nova situação, suprindo as demandas de cuidado do filho, lhes proporcionando possibilidades para que possa desenvolver todo seu ser-capaz-de-fazer.


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